
O José Justi, em Mococa, enfrenta um cenário que revela anos de abandono. Uma das regiões mais distantes do Centro, morar no bairro significa lidar diariamente com dificuldades básicas — desde sair de casa até acessar serviços essenciais. Sem unidade de saúde próxima e sem escola municipal, moradores precisam atravessar um pontilhão sobre a rodovia SP 340 para chegar a outros bairros e buscar atendimento, estudo ou qualquer estrutura mínima.

As ruas, completamente esburacadas, transformaram o trajeto diário em um verdadeiro teste de resistência. Em diversos pontos, os buracos apresentam profundidade e extensão suficientes para impedir a passagem adequada de veículos, comprometendo o deslocamento de quem vive ou trabalha na região.
As praças, que deveriam ser espaços de convivência e lazer, também não escapam ao abandono, muitas são terrenos que acumulam lixo e mato alto. A Praça Gilmar Justino Dias, inaugurada recentemente, é um exemplo claro disso, apesar de contar com uma quadra de areia em condições adequadas e muito frequentada pela garotada do bairro, o restante da área apresenta problemas: calçadas e outros trechos de passeio interrompidos ou inacabado, mato alto tomando conta do espaço e brinquedos infantis já danificados e inutilizados.

Além disso, os moradores do bairro convivem com descarte irregular de lixo em diversos pontos. A sensação predominante é a de esquecimento, reforçada pela falta de manutenção, infraestrutura precária e ausência de políticas públicas eficazes para melhorar a qualidade de vida no local.
A população relata que já procurou a poder executivo em busca de melhorias para o bairro, mas o assunto ficou só na promessa, até agora nada de solução. Enquanto esperam mudanças concretas, os moradores seguem cobrando atenção e ações definitivas que garantam um ambiente minimamente digno para viver.

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